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	<title>Portal SECULT BA</title>
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		<title>CARNAVAL DA CULTURA E DA DIVERSIDADE</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 18:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A força da festa e da alegria vence o medo e o Carnaval de 2012 acontece marcado pela diversidade e espontaneidade do Pelourinho, pela singularidade do Carnaval de Maragojipe, pela beleza dos desfiles do Ouro Negro e pela mistura e democracia do Carnaval Pipoca, um modelo que se espalha pela cidade Através de quatro programas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/3-na-Folia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19016" title="3 na Folia" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/3-na-Folia-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A força da festa e da alegria vence o medo e o Carnaval de 2012 acontece marcado pela diversidade e espontaneidade do Pelourinho, pela singularidade do Carnaval de Maragojipe, pela beleza dos desfiles do Ouro Negro e pela mistura e democracia do Carnaval Pipoca, um modelo que se espalha pela cidade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Através de quatro programas, Ouro Negro, Pelourinho, Pipoca e Outros Carnavais – Maragojipe, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) estimulou a diversidade e a democratização da maior festa popular do país, com investimentos de mais de R$ 13,5 milhões. No clima de paz e de alegria que marcou o Carnaval deste ano &#8211; e que representou a capacidade de superação do povo e a força que a festa e a alegria têm na Bahia -, o Pelourinho se consolidou com um dos espaços mais interessantes da programação, por sua mistura de ritmos, pelos encontros promovidos entre diferentes artistas e pela espontaneidade do público. Além dele, o Carnaval de Maragojipe comprovou a sua singularidade e foi o toque especial no Carnaval promovido este ano pela Secult, que apoiou ainda os desfiles do Ouro Negro, representante dos momentos de maior beleza e afirmação da identidade cultural da Bahia, e as atrações do Carnaval Pipoca, que levaram a ousadia da mistura, com rock, reggae, pop, samba, rap e soul para a avenida.</p>
<p>Este ano, o Carnaval foi antecedido por um momento dramático para a sociedade baiana, que gerou muito pânico e insegurança. “<em>Apesar deste episódio, que poderia quebrar o clima do Carnaval, a capacidade festiva da Bahia foi superior  a essa sensação de medo. O Carnaval se realizou, e se realizou bem, porque as pessoas foram ganhando confiança na segurança das ruas. Foi bonito ver que a festa e a alegria do povo conseguiram superar tudo isso</em>”, afirma o secretário de Cultura, Albino Rubim, que viu o Carnaval do Pelourinho se consolidar como espaço da diversidade e segurança, com público de 600 mil pessoas (100 a mais do que em 2011, segundo dados da Polícia Militar), e comemorou o sucesso da aposta do Carnaval de Maragojipe, que este ano teve um público 30% maior que em 2011, atraindo 26 mil pessoas e conseguindo 100% de lotação em seus hotéis e pousadas, de acordo com a Secretaria de Cultura e Turismo de Maragojipe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/rock.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19017" title="rock" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/rock-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Para a Secretaria, estes resultados são reflexos da aposta em um outro modelo de Carnaval, baseado na diversidade de público e de atrações. Um Carnaval mais democrático e cidadão, construído a partir de programas alicerçados em diretrizes e conceitos muito claros. “<em>Pensamos em fazer um Carnaval onde a diversidade fosse reconhecida como um Valor. Implantamos essa diretriz, que foi traduzida em uma política cultural concretizada na programação do Carnaval do Pelourinho e do Carnaval Pipoca, já que os dois possuem a diversidade como principal característica</em>”, explica o Albino.</p>
<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Mascaras.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19014" title="Mascaras" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Mascaras-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>E esta diversidade se expressou nas noites temáticas do Pelourinho, que promoveu encontros e diálogos culturais de diferentes artistas e grupos musicais de gêneros diferenciados a cada dia; na grade diversificada de atrações que se apresentaram nos Largos do Pelô; e nos trios do Carnaval Pipoca, levando sempre ao folião uma programação variada, de diferentes ritmos, como uma alternativa ao Carnaval tradicional da cidade. <em>“Nossa intenção foi trazer de volta para as ruas o Carnaval espontâneo, divertido, criativo, como ele era antes. Um Carnaval onde existia mais brincadeira, mais fantasia. Por isso, conseguimos atrair atrações e um público tão diverso, comprovando o sucesso deste conceito. O Carnaval da Diversidade, criado e promovido pela Secretaria de Cultura do Estado, está se tornando uma marca forte do Carnaval  da Bahia</em>”, afirma Arany Santana, diretora do Centro de Culturas Populares e Identitárias, unidade responsável pelas políticas para as festas populares, incluindo o Carnaval, dentro da Secretaria.</p>
<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/6920445047_6c080f8e59.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19018" title="Filhos dos Filhos de Gandhy" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/6920445047_6c080f8e59-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Neste sentido, de investir em modelos alternativos de Carnaval, a aposta em Maragojipe foi uma ação pensada dentro da diretriz de aprofundamento das ações de territorialização da Secretaria da Cultura, e alinhada aos projetos de salvaguarda de bens imateriais<em>. “A nossa intenção com a criação do Programa Outros Carnavais é apoiar a folia momesca para além da cidade de Salvador, baseado em critérios como a singularidade e o histórico destas festas</em>”, conta o secretario Albino Rubim, que começou pelo Carnaval de Maragojipe  por seu reconhecimento como Bem Imaterial, registrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e cultural da Bahia em 2009. Para Albino, o papel do Estado, nestes casos, não é o de sustentar os bens tombados ou registrados, mas contribuir com a sua salvaguarda e preservação. “<em>Apoiamos apenas as manifestações tradicionais do Carnaval de Maragojipe, como as orquestras, os blocos de mascarados, as charangas e fanfarras, dando maior visibilidade ao que existe de singular nesta festa</em>”, ressalta o secretário.</p>
<p>E para finalizar, o Ouro Negro, um programa que vem contribuindo para a sustentabilidade de blocos de samba, reggae, percussão, de matriz africana e indígena, e construindo uma estética e uma plasticidade visual singular do Carnaval da Bahia a partir da identidade cultural afro-baiana, deu novamente um show a parte neste Carnaval. Foram 126 entidades que desfilaram pelos três circuitos da festa. “Com o Ouro Negro, promovemos o resgate, a valorização a divulgação da riqueza da indumentária, da música percussiva, das danças e das tradições dos blocos de matrizes africanas e indígenas. E é aí que está o cerne deste programa: a preservação e difusão desta identidade”, finaliza Arany Santana.</p>
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		<title>CARNAVAL DA DIVERSIDADE É DESTAQUE EM COLETIVA DE IMPRENSA</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 18:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Governador Jaques Wagner destaca a diversidade de atrações do Carnaval do Pelourinho, a tendência criada pelo Carnaval Pipoca e a importância do Ouro Negro para os blocos afros da Bahia Enquanto a folia momesca ainda resistia, vivendo seus últimos momentos de 2012 com o arrastão no circuito Barra/Ondina, o governador Jaques Wagner e os  quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/6920433737_8130bdd26c.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19008" title="Bloco Nataka" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/6920433737_8130bdd26c-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Governador Jaques Wagner destaca a diversidade de atrações do Carnaval do Pelourinho, a tendência criada pelo Carnaval Pipoca e a importância do Ouro Negro para os blocos afros da Bahia</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Enquanto a folia momesca ainda resistia, vivendo seus últimos momentos de 2012 com o arrastão no circuito Barra/Ondina, o governador Jaques Wagner e os  quatro secretários de Estado envolvidos no Carnaval, Domingos Leonelli, Maurício Barbosa, Jorge Solla e Albino Rubim, responsável pela pasta da Cultura, se reuniram nesta quarta-feira de Cinzas as 10h da manhã, no Centro de Apoio à Imprensa do Governo do Estado (antigo clube Cruz Vermelha), no Campo Grande, para apresentar para a imprensa o balanço do Carnaval.<strong> </strong>Além da redução dos indicadores de violência, o governador destacou, em sua fala de abertura,<strong> </strong>o aumento perceptível dos blocos sem-corda e o sucesso do Carnaval do Pelourinho. <em>“Este ano, tivemos uma ocupação do espaço do Carnaval de modo mais democrático e, no Pelourinho, uma diversidade de atração muito grande&#8221;</em>, afirmou.</p>
<p>Para o secretario de Cultura Albino Rubim, existe uma forte tendência para a reorganização do Carnaval da Bahia, demonstrado este ano pelo aumento do número de blocos sem cordas. <em>“60% das pessoas que participam do Carnaval da Bahia é o que chamamos de folião pipoca. E é importante que existam políticas públicas para este parcela da sociedade. Nós, da Secretaria de Cultura, que apostamos no programa Carnaval Pipoca já há alguns anos, ficamos muito felizes de ver que esta proposta está se tornando uma tendência e sendo abraçada por outras instituições e entidades”</em>, disse Albino Rubim, que salientou a importância da participação de empresas privadas neste processo de reconfiguração do Carnaval da Bahia através de patrocínios e reforçou o papel da Prefeitura para que isto aconteça, já que é ela a responsável pela organização do Carnaval.</p>
<p>O governador salientou ainda a importância do Ouro Negro para a população afrodescendente,  um programa que apoia blocos de matrizes africanas que não teriam como de desfilar sem investimentos do Estado. Segundo o governador, <em>“do ponto de vista do poder público, o que se quer é um Carnaval cada vez mais participativo, com mais espaço para a população como um todo”.</em></p>
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		<title>Circuito Osmar abriga encontro de ritmos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 20:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A diversidade de gênero musical ditou o ritmo do carnaval do circuito Osmar, na madrugada deste domingo (19). Com destaques, o samba, percussão, o reggae, o afoxé e, é claro, os blocos afro. A noite que começou tarde para as entidades contempladas no programa Ouro Negro movimentou cerca de 400 mil pessoas, no circuito principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18999" class="wp-caption aligncenter" style="width: 221px"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Didá-no-Campo-Grande-Sábado.jpg"><img class="size-medium wp-image-18999" title="Bloco Didá no Campo Grande Sábado Foto: Shirley Stolze" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Didá-no-Campo-Grande-Sábado-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Bloco Didá no Campo Grande Sábado Foto: Shirley Stolze</p></div>
<p>A  diversidade de gênero musical ditou o ritmo do carnaval do circuito  Osmar, na madrugada deste domingo (19). Com destaques, o samba,  percussão, o reggae, o afoxé e, é claro, os blocos afro. A noite que  começou tarde para as entidades contempladas no programa Ouro Negro  movimentou cerca de 400 mil pessoas, no circuito principal da folia,  segundo dados da Polícia Militar.</p>
<p>Acompanhados por cerca de 5 mil foliões, o bloco <em><strong>Vem Sambar</strong></em> despontou na  avenida, animado pelo grupo de samba carioca Revelação, estendendo a  presença do samba por mais uma noite na passarela do Campo Grande. Outro  bloco de samba que desfilou na avenida, foi o bloco <em><strong>Afinidade</strong></em>, animado  pela banda baiana Catadinho do Samba. Mas não foi só o samba que fez a  festa.</p>
<p>Logo depois, o bloco <em><strong>Banana Reggae</strong></em> arrastou centenas de apaixonados pelo  ritmo jamaicano, que “não seguraram a onda e caíram no reggae”, como  comandava o puxador do bloco. “Precisamos de mais blocos que nem este. A  Bahia é heterogênea, logo nosso carnaval precisa ser também, já que há  espaço para tudo”, comenta Sueli Rocha, psicóloga, que seguia o bloco. E  como a marca do Carnaval negro da Bahia é a diversidade, teve espaço  para o arrocha do bloco <em><strong>Mutantes</strong></em>, animado pela voz romântica do cantor  Pablo.</p>
<p>Encerrando a noite agitada no Campo Grande, os blocos afro passaram  mostrando a beleza negra em suas diversas formas. <em><strong>Bankoma, Malê Debalê,  Muzenza, Didá, Filhas de Oxum e Ilê Aiyê</strong></em> arrastaram aqueles que ficaram  até mais tarde, para ver as mais importantes instituições afro do  carnaval da Bahia, levando a beleza das influências africanas para o  carnaval. “É impossível conter o choro. Quando me acalmo de um desfile,  vem o outro. São estes os responsáveis por todos os avanços que tivemos  dentro das conquistas da militância negra”, exclama Tiago Albuquerque,  militante do movimento negro e estudante do curso pré-vestibular do  Instituto Steve Biko.</p>
<p>Todas estas entidades integram o <strong>Carnaval Ouro Negro</strong>, programa de apoio  ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria  de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla 126 entidades, entre  afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com  um investimento de R$5,305 milhões.</p>
<p>Confira imagens dos desfiles: <a href="http://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157629389789179/">acesse aqui</a></p>
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		<title>Ilê Aiyê pede paz no carnaval e põe o bloco na rua</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 03:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As pombas brancas voaram, os tambores ruflaram e o cortejo negro subiu a Ladeira do Curuzu para invadir as ruas do bairro da Liberdade. Este ritual acontece há 38 anos, no sábado de carnaval, para pedir uma festa de paz e representa a resistência cantada e dançada em todos os versos das músicas do bloco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18968" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC_5071.jpg"><img class="size-medium wp-image-18968 " title="Ritual de saída do Ilê Aiyê Foto: Shirley Stolze" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC_5071-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Ritual de saída do Ilê Aiyê Foto: Shirley Stolze</p></div>
<p>As pombas brancas voaram, os tambores ruflaram e o cortejo negro subiu a Ladeira do Curuzu para invadir as ruas do bairro da Liberdade. Este ritual acontece há 38 anos, no sábado de carnaval, para pedir uma festa de paz e representa a resistência cantada e dançada em todos os versos das músicas do bloco afro Ilê Aiyê. Antes de iniciar a parte profana, o Ilê realizou passo a passo de sua tradicional saída, com o ritual religioso.</p>
<p>Os tambores romperam o silêncio e saudaram a Mãe Hildelice Benta, yalorixá do Terreiro Ilê Axé Jitolu, o presidente do bloco, Antônio Carlos Vovô, a nova rainha do Ilê, Edjane Santos e todos os políticos e autoridades presentes. Em seguida, foram jogados milho branco, pedindo boas energias e limpando os caminhos, e ao fundo, a bateria da banda Aiyê, juntamente com os conhecidos clarins orquestravam o momento. Apesar de tão tradicional, a saída este ano causou uma ansiedade especial para uma fã do bloco: Edjane Santos, a rainha do Ilê no carnaval 2012. Emocionada por estar vivendo um momento tão sonhado, com a voz trêmula, ela reforça a consciência do papel que ocupa agora. “Não é ser uma rainha, é representar um bloco que abriu caminhos e recontextualizou a relação de uma sociedade com a beleza, estilo e atitude negras”, destacou Edjane, que realizou hoje seu primeiro desfile após ser coroada.</p>
<p>Emocionada com saída, a jornalista gaúcha Kaiala Silva, diz que aquele momento levará para sempre. “Dificilmente verei algo tão belo quanto isto”. Já o engenheiro Eduardo Campos diz que o carnaval, para ele, só começa depois desta saída. “Preciso ouvir os clarins, preciso receber o milho branco na cabeça e preciso subir a ladeira do curuzu com esta banda maravilhosa. No Ilê, o meu corpo me conduz”, diz o folião.</p>
<p>Entre as autoridades presentes, a tradicional saída do Ilê recebeu a ministra da Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Luiza Bairros; os secretários estaduais Albino Rubim (Cultura) e Elias Sampaio (Promoção da Igualdade Racial); os deputados federais, Luiz Alberto, Nelson Pelegrino e Valmir Assunção; o ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli; o secretário Municipal da Reparação (SEMUR), Ailton Ferreira e o vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito, além de uma multidão que se aglomerava na ladeira. A atriz carioca Juliana Alves demonstrou sua emoção ao participar pela primeira vez do desfile do Ilê Aiyê. &#8220;A realização de um sonho de infância&#8221;, declarou a atriz, que conheceu as músicas dos blocos afro por meio do pai, integrante do Movimento Negro.</p>
<p>O “mais belo os belos”, como também é conhecido, é uma das 126 instituições contempladas pelo Programa Ouro Negro, da Secretaria de Cultura do Estado. Para o secretário Albino Rubim, este programa ajuda a garantir a sustentabilidade e manutenção de instituições que, para além de blocos carnavalescos, são instituições que trabalhando com obras sociais em suas comunidades. “O investimento neste programa representa metade dos recursos que a Secretaria de Cultura da Bahia investe para o carnaval”, afirma Rubim, referindo-se aos R$5,305 milhões investidos no desfile dos afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão.</p>
<p>Confira as belas imagens do ritual de saída do bloco afro Ilê Aiyê: <a href="http://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157629379099289/">acesse aqui</a></p>
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		<title>Retorno do cantor Lazinho ao Olodum movimentou o circuito Batatinha</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 22:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rua Chile ficou pequena pra tanta gente. Três mil associados e dezenas de milhares foliões ‘pipoca’ acompanhando o bloco Olodum, em sua passagem pelo circuito Batatinha. Foi este cenário que marcou o retorno do cantor Lazinho, que estava fora do cenário musical há 10 anos. “Estou muito feliz de voltar pra casa. É como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Lazinho-no-Olodum-Foto_Almir-Santos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-18962" title="Lazinho no Olodum Foto_Almir Santos" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Lazinho-no-Olodum-Foto_Almir-Santos-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A Rua Chile ficou pequena pra tanta gente. Três mil associados e dezenas de milhares foliões ‘pipoca’ acompanhando o bloco Olodum, em sua passagem pelo circuito Batatinha. Foi este cenário que marcou o retorno do cantor Lazinho, que estava fora do cenário musical há 10 anos. “Estou muito feliz de voltar pra casa. É como se tivessem me devolvido um órgão”, disse emocionado. Nadjane Souza recebeu o companheiro de palco com alegria. “Lazinho tem uma simpatia que envolve o público. É muito bom ter ele aqui com a gente”. Esse vigor chegou pra somar, já que o tema deste ano é “O Vale dos Reis – As sete portas da energia”.</p>
<p>A trançadeira Negra Jhô, destaque do bloco há 9 anos, bailava em cima do trio. A banda marcava o compasso forte do samba reggae e baianos e turistas, animados, seguiam a batida. Alguns fizeram questão de expressar o carinho pelo bloco com estilo. O verde, o amarelo, o vermelho e o preto – combinação de cores do Olodum – estavam nas tranças, nos torços e nos adereços usados por homens de mulheres.</p>
<p>Esta beleza se fez presenta a noite inteira nos desfiles dos blocos desta sexta-feira no circuito Batatinha. O bloco afro <strong><em>Relíquias Africanas</em></strong> abriu o caminho com a ala de dança representando a “Liberdade dos Orixás”. A entidade carnavalesca nasceu no terreiro Ilê Axé Tomologi, no bairro de Cajazeiras IV. Os integrantes são alunos do projeto sócio-educacional realizado na comunidade.</p>
<p>O Rei do bloco <strong><em>Mutuê</em></strong> mostrou porque carrega a coroa pelo 3º ano consecutivo. O cargo é oferecido ao melhor bailarino do curso de dança afro do protejo realizado na comunidade do Engenho Velho de Brotas. “A minha responsabilidade vai além de representar o bloco, é uma forma de valorização da cultura negra”, disse orgulhoso.</p>
<p>A roda de capoeira esteve presente durante o desfile do <strong><em>Arca de Olorum</em></strong>. A entidade fez uma homenagem aos “Capitães da Areia”, obra de Jorge Amado que no ano passado chegou ao cinema, por meio de uma adaptação da neta do escritor, Cecília Amado. Os atores que compõem o filme são do Subúrbio Ferroviário de Salvador, mesma região onde surgiu o bloco há 28 anos.</p>
<p><strong>Folia sem parar – </strong>Por volta das três da madrugada o bloco <strong><em>Os Negões</em></strong>, após desfilar pelas Avenidas Carlos Gomes e Sete de Setembro, retornava à Rua Chile com todo o gás. Os associados, entusiasmados, faziam coreografias e a banda tocava a todo vapor. A cozinheira, Maria José, uma das mais animadas, contou o motivo de tanta empolgação. “Foi um circuito tranquilo, sem brigas e isso traz uma energia muito boa”.</p>
<p>Estas entidades integram o <strong>Carnaval Ouro Negro</strong>, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla 126 entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com um investimento de R$5,305 milhões. <a href="http://www.cultura.ba.gov.br/2012/01/17/carnaval-ouro-negro/">Saiba mais</a></p>
<p>Confira as imagens dos desfiles no circuito Batatinha, <a href="http://www.flickr.com/photos/secultba/6894453085/in/photostream">acesse</a></p>
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		<title>Circuito Batatinha é palco da diversidade no carnaval</title>
		<link>http://www.cultura.ba.gov.br/2012/02/17/circuito-batatinha-e-palco-da-diversidade-no-carnaval/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 23:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda diversidade do carnaval das entidades de matriz africana pode ser contemplada no circuito Batatinha, Centro Histórico de Salvador, onde centenas de blocos desfilam, proporcionando uma mistura de cores, ritmos e elementos da cultura afro-brasileira. O trajeto dos blocos do circuito Batatinha acontece a partir da Rua Chile, sentido Praça Castro Alves, subindo pela Rua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Dançarinos-no-Batatinha-Foto_André-Santana.jpg"><img class="size-medium wp-image-18955" title="Dançarinos desfilam no circuito Batatinha Foto: André Santana" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Dançarinos-no-Batatinha-Foto_André-Santana-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Dançarinos desfilam no circuito Batatinha Foto: André Santana</p></div>
<p>Toda diversidade do carnaval das entidades de matriz africana pode ser contemplada no circuito Batatinha, Centro Histórico de Salvador, onde centenas de blocos desfilam, proporcionando uma mistura de cores, ritmos e elementos da cultura afro-brasileira. O trajeto dos blocos do circuito Batatinha acontece a partir da Rua Chile, sentido Praça Castro Alves, subindo pela Rua da Ajuda em direção à Praça da Sé, de onde retornam à Praça Municipal.</p>
<p>O Circuito que homenageia um dos maiores músicos da Bahia tem sido um dos destaques do Carnaval 2012. Após sediar a abertura oficial do Carnaval de Salvador, nesta quinta-feira, 16, o circuito Batatinha promete noites de muita animação. A marca do circuito é a diversidade de ritmos trazidos pelos blocos de matriz africana. Entre eles, estão blocos afro, de samba, percussão, afoxés, reggae e blocos de índio.</p>
<p>Neste sábado, 18, a partir das 16h, diversidade musical será a regra. Tem música para todos os gostos. Desde o arrocha dos cantores Pablo, Nira Guerreira e Nelsinho, que animam o bloco <strong><em>Mutantes</em></strong>, o ijexá dos afoxés <strong><em>Filhos de Korin Efan</em></strong>, <strong><em>Filhas de Gandhy</em></strong> e <strong><em>Ilê Oyá</em></strong>; tem o ritmo jamaicano dos blocos <strong><em>Surf Reggae </em></strong>e<strong><em> Banana Reggae</em></strong> e o samba de roda com os blocos <strong><em>Tempero de Negro, Alafim, Filhos de Nanã</em></strong> e muitas outras entidades que celebrarão o samba na Avenida.</p>
<p>O desfile dessas entidades garante a presença de diversas comunidades periféricas de Salvador na folia de Momo. É o caso do bloco afro <strong><em>Mundo Negro</em></strong>, do bairro do Beirú. Criado em 1990, a entidade surgiu em meio à luta dos moradores do bairro para a manutenção do nome, que faz referência a um líder quilombola que habitou o bairro do Cabula. O bloco <strong><em>Mundo Negro</em></strong> realiza atividades de conscientização política e profissionalização da comunidade, que ainda mantem duplicidade de nome: Beirú e Tancredo Neves.</p>
<p>Essas entidades que animam o circuito Batatinha integram o <strong>Carnaval Ouro Negro</strong>, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla <strong>126</strong> entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com um investimento de <strong>R$5,305 milhões</strong>. Saiba mais em: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/01/17/carnaval-ouro-negro/</p>
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		<title>Presença feminina é marcante na Noite do Samba do Campo Grande</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 21:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como acontece todos os anos, o samba pediu passagem e protagonizou a noite do primeiro dia da folia momesca. E neste ritmo, as mulheres ditaram os sons e as danças que conduziram os principais blocos que passaram pelo circuito Osmar, na noite de ontem, 16. Elas invadiram avenida, contrariando o histórico de predomínio masculino no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18940" class="wp-caption aligncenter" style="width: 483px"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Foliãs-do-Proibido-Proibir-sexta-no-Osmar.jpg"><img class="size-full wp-image-18940 " title="Foliãs do Proibido Proibir sexta no circuito Osmar Foto: Almir Santos" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Foliãs-do-Proibido-Proibir-sexta-no-Osmar.jpg" alt="" width="473" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Foliãs do Proibido Proibir sexta no circuito Osmar Foto: Almir Santos</p></div>
<p>Como acontece todos os anos, o samba pediu passagem e protagonizou a  noite do primeiro dia da folia momesca. E neste ritmo, as mulheres  ditaram os sons e as danças que conduziram os principais blocos que  passaram pelo circuito Osmar, na noite de ontem, 16. Elas invadiram  avenida, contrariando o histórico de predomínio masculino no samba da  Bahia, além de garantirem a beleza feminina na festa, sejam fantasiadas,  com abadás, na pipoca ou em cima do trio.</p>
<p>A presença feminina  começou cedo, com abertura do carnaval. Foram as mulheres que abriram o  oficial a Folia de Momo, com apresentação do bloco <strong><em>A Mulherada</em>, </strong>com uma banda com 50 tambores e 100 dançarinos, que ecoaram as  vozes femininas, anunciando o início do carnaval. O primeiro bloco com  cordas a desfilar foi <strong><em>Alerta Geral</em>, </strong>com sua legião de  cerca de 3 mil pessoas. Além deste, a noite do samba da quinta-feira  também apresentou o bloco <strong><em>Amor e Paixão, Proibido Proibir </em></strong><em>e<strong> Pagode Total</strong></em>. “Foi-se a época em que tínhamos que ficar  esperando eles se divertirem e voltarem. Agora quem saí e samba somos  nós, por isto o bloco está assim”, comentou Ana Lúcia, enfermeira de 34  anos, referindo-se a maioria esmagadora de mulheres no bloco <strong><em>Pagode  Total</em></strong>.</p>
<p>Mas elas não ficaram restritas ao samba. A  pipoca, os afoxés e os blocos afro contaram com a presença e beleza  feminina de forma majoritária. No <strong><em>Bloco da Capoeira</em></strong>, elas  abriram roda e jogaram duro. Cecília Cruz, 35 anos, 20 de capoeira, mais  conhecida como ‘Sapeca’, explica que no começo era única nas rodas e  que, com o tempo, ganhou parceiras. “A nossa presença na capoeira é um  exemplo de resistência da cultura africana e da ocupação feminina nos  diversos espaços”, confessa Sapeca, que também é professora de educação  física.</p>
<p>No desfile do bloco afro <strong><em>Bankoma</em>, </strong>de Lauro  de Freitas<strong>,</strong><em> </em>a situação era mesma. As mulheres arrumaram  seus corpos e cabeças para levar a cultura afrobrasileiro para o  primeiro dia do carnaval, da melhor forma. Cristina Lobo e Marlene Souza  afirmam ter escolhido o bloco por ser uma mistura de carnaval, religião  e resistência. Já Ricardo Seixas comenta que “as mulheres lindas deste  bloco me atraem”.</p>
<p>Estas entidades integram o <strong>Carnaval Ouro  Negro</strong>, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana,  criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa  contempla <strong>126</strong> entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de  samba, de reggae e de percussão, com um investimento de <strong>R$ 5,305  milhões</strong>.</p>
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		<title>Samba ditará o ritmo da segunda noite de carnaval no Campo Grande</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 15:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na festa de todos os ritmos musicais, o samba tem seu lugar garantido. Os blocos de samba do carnaval de Salvador são responsáveis por momentos marcantes nas duas primeiras noites de quinta e sexta-feira no circuito Osmar. Nesta sexta-feira, 17, o ritmo reinará no desfile dos blocos: Saudade é Folia, Q Felicidade, Alvorada, Filhos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18946" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Foliões-Samba-Sexta-Circuito-Osmar-Foto_Almir-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-18946" title="Foliões Samba Sexta Circuito Osmar Foto_Almir Santos" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Foliões-Samba-Sexta-Circuito-Osmar-Foto_Almir-Santos-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a><p class="wp-caption-text">Foliões Samba Sexta Circuito Osmar Foto_Almir Santos</p></div>
<p>Na festa de todos os ritmos musicais, o samba tem seu lugar garantido. Os blocos de samba do carnaval de Salvador são responsáveis por momentos marcantes nas duas primeiras noites de quinta e sexta-feira no circuito Osmar. Nesta sexta-feira, 17, o ritmo reinará no desfile dos blocos: <strong><em>Saudade é Folia, Q Felicidade, Alvorada, Filhos de Marujo, Milenar, Reduto do Samba, Soweto </em></strong>e<strong><em> Samba Popular</em></strong>. Mas a força dos tambores também estará presente, pois desfilam nesta noite os blocos afro <strong><em>Os Negões, Cortejo Afro</em></strong> e o <strong><em>Olodum</em></strong>, celebrando as várias formas de energia com o tema: <em>O Vale do Reis, As sete portas da energia</em>. O bloco <strong><em>Os Negões</em></strong> vem para a Avenida comemorar suas “bodas de pérolas”, ou seja, 30 anos de atividades culturais de preservação da cultura negra. Já o <strong><em>Cortejo Afro</em></strong> traz o tema “Outras Palavras”, uma referencia à canção de Caetano Veloso, como metáfora para as outras linguagens utilizadas pelo bloco afro, com seus figurinos, músicas, danças, alegorias e demais intervenções.</p>
<p><strong>Samba de roda &#8211; </strong>A preocupação com a valorização do samba da Bahia é o destaque do bloco <strong><em>Q Felicidade</em></strong>, que também desfila na sexta-feira, no Circuito Osmar (Campo Grande). Pelo sexto ano consecutivo, o bloco abrirá espaço para o samba de roda na Avenida, com as cantoras <strong>Juliana Ribeiro, Simone Raios, Clécia Queiroz, além de Juninho de Cachoeira</strong> e outros. O tema deste ano do bloco<strong><em> </em></strong>será os gêmeos Cosme e Damião. “Teremos muitos doces, pirulitos e uma decoração no trio com tudo que as crianças gostam”, adianta a vice-presidente da agremiação, Lúcia Luz. A organizadora explica que entre os foliões do bloco estão muitos ouvintes e fãs do radialista Paulo Sérgio Pito dos Santos, conhecido como <strong>Paulinho Kaká</strong>, importante divulgador do samba no rádio baiano. “Ele ajudou a lançar muitos artistas do samba da Bahia que fazem questão de cantar em nosso bloco”, alegra-se Lúcia Luz.</p>
<p>A mais tradicional entidade de samba do Carnaval da Bahia, o bloco<em> <strong>Alvorada</strong></em> fará seu 37º carnaval com o tema “Retrato fiel do samba na Bahia”, e um desfile de estrelas da música. Entre as “pratas da casa”, estão: Roberto Mendes e Raimundo Sodré, com os samba de roda do Recôncavo; as vozes de Gal do Beco e Aloísio Menezes, trazendo canções tradicionais e populares; Valdélio França, Marco Poca Olho (Samba do Tororó) e Arnaldo (Tempero do Samba) garantindo a presença dos sambas juninos. E para acompanhá-los, os grupos Bambeia<em> e 5 Mulek’s e 1 Atrevido, </em>que vêm seguindo os passos dos grandes bambas. O bloco também traz atrações nacionais: o carioca Marquinho Sathan e o paulista Marquynhos Sensação.</p>
<p><strong>Paixão na cabeça – </strong>Nessas quase quatro décadas de folia, o <strong><em>Alvorada</em></strong> conquistou fãs como a manicure Eliane Cruz, 47 anos, 23 deles curtidos nos desfiles do bloco. “Saio desde o tempo em que entregavam um lençol e a gente trançava no corpo, fazia vestido, mortalha”, lembra a foliã. Ela já se tornou famosa nos desfiles do bloco pelo visual excêntrico que revela a sua paixão pela entidade. “Eu pinto o cabelo todo ano com a cor da fantasia do bloco. Já pintei de laranja, azul, rosa.”, diz a animada manicure. Conheça mais o Bloco Alvorada: <a href="http://www.blocoalvorada.org.br/">Aqui</a></p>
<p>Esta entidade integra o <strong><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/2012/01/17/carnaval-ouro-negro/ ">Carnaval Ouro Negro</a></strong>, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla <strong>126</strong> entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com um investimento de <strong>R$5,305 milhões</strong>. Para conhecer a seleção completa de blocos do Ouro Negro, acesse: www.carnavalouronegro.ba.gov.br</p>
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		<title>Riachão será homenageado no Circuito Batatinha</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apvargas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O samba dará o tom dos desfiles desta sexta-feira, 17, no circuito Batatinha (Centro Histórico). Entre bandas baianas de destaque, como Bambeia, Movimento e Viola de Doze, o circuito receberá a presença do cantor e compositor Riachão, com seus 90 anos de idade e muitas décadas dedicadas ao samba da Bahia. Na diversidade do Batatinha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18931" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/C_Riachao.jpg.jpg"><img class="size-full wp-image-18931" title="C_Riachao.jpg" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/C_Riachao.jpg.jpg" alt="" width="600" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Aos 90 anos, Riachão será homenageado hoje no circuito Batatinha</p></div>
<p>O samba dará o tom dos desfiles desta sexta-feira, 17, no circuito Batatinha (Centro Histórico). Entre bandas baianas de destaque, como Bambeia, Movimento e Viola de Doze, o circuito receberá a presença do cantor e compositor Riachão, com seus 90 anos de idade e muitas décadas dedicadas ao samba da Bahia. Na diversidade do Batatinha, também terá espaço para o ijexá dos afoxés, o samba reggae dos blocos afro e de percussão e o pagode que animará os blocos de travestidos.</p>
<p>Um dos pontos altos do desfile desta sexta-feira será a passagem do bloco afro <strong><em>Olodum</em></strong>, que fará sua tradicional saída do Pelourinho e passará pelo circuito Batatinha em direção à Avenida Carlos Gomes (Circuito Osmar). Os outros blocos afro que desfilam nesta sexta são: <strong><em>Relíquias Africanas, Jogo de Ifá, Zambiã, Amigos do Babá, África Bahia, Alabê, Mutuê, Agbara, Malcolm X, Korin Efan, AfroBogum</em></strong> e o <strong><em>Afro Liberdade</em></strong> que aposta no samba da banda Kangerê de Sinhá.</p>
<p>A festa do samba no Batatinha começará às 19h, com o bloco <strong><em>Povo de Santo</em></strong>, animado pelo grupo Bambeia. Outros dois importantes representantes do samba animam o bloco <strong><em>Geradois</em></strong>: o grupo Movimento e o Viola de Doze. Ainda tem os blocos <strong><em>Segure o Samba, Usina do Samba</em></strong> e o <strong><em>Clube do Samba</em></strong>, que homenageará Riachão.</p>
<p><strong>Riachão &#8211; </strong>Nascido <em>Clementino Rodrigues, no bairro da fazenda Garcia<strong>, </strong></em>o sambista Riachão completou 90 anos em 2011 e será o convidado especial do bloco <em>Clube do Samba</em>. A entidade faz seu segundo carnaval oficial (o Clube do Samba da Bahia existe desde 2005) nesta sexta-feira, com saída da Praça Municipal. A concentração do bloco será na Praça do Samba, espaço no Terreiro de Jesus dedicado ao ritmo. Lá a festa do bloco começa a partir das 17h, “esquentando” a turma para o desfile que acontecerá no Circuito Batatinha.</p>
<p>O homenageado do <em>Clube do Samba</em>, Riachão, cantará com <strong>Nilze Carvalho</strong>, puxadora do bloco, além das bandas: Samba dos Amigos, Tá na Fita e Samba do Clube. Sambista carioca, cujos avós são baianos, Nilze é multi-instrumentista experiente e uma das vozes de destaque do samba na atualidade. Confira performance de Nilze Carvalho ao lado de outra bamba do samba, Dona Ivone Lara: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cJtgHXeKdQU&amp;feature=player_embedded">Aqui</a></p>
<p>Esta entidade integra o <strong><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/projeto/carnaval-ouro-negro-2/">Carnaval Ouro Negro</a></strong>, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla <strong>126</strong> entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com um investimento de <strong>R$5,305 milhões</strong>. Para conhecer a seleção completa de blocos do Ouro Negro, acesse: www.carnavalouronegro.ba.gov.br</p>
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		<title>Pastores da Noite: Gerônimo, Aloísio Menezes, Lazzo Matumbi e Wil Carvalho cantam juntos o samba-reggae, ritmo que consagrou o Pelourinho</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeniffer Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Pelourinho]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda-feira (20) de carnaval será ao som de muito samba-reggae no Largo do Pelourinho. Os músicos Gerônimo, Aloísio Menezes, Lazzo Matumbi e Wil Carvalho farão juntos uma grande e justa homenagem ao ritmo que projetou o Pelourinho para o mundo. O espetáculo será realizado no dia 20 de fevereiro, às 20h, no Largo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Gerônimo_Andre-Lima.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18917" title="Gerônimo_Andre Lima" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Gerônimo_Andre-Lima.jpg" alt="" width="410" height="272" /></a></p>
<p>A segunda-feira (20) de carnaval será ao som de muito samba-reggae no Largo do Pelourinho. Os músicos Gerônimo, Aloísio Menezes, Lazzo Matumbi e Wil Carvalho farão juntos uma grande e justa homenagem ao ritmo que projetou o Pelourinho para o mundo. O espetáculo será realizado no dia 20 de fevereiro, às 20h, no Largo do Pelourinho.</p>
<p>Criado pelo Mestre Neguinho do Samba, o samba-reggae nasceu de uma mistura do samba com o reggae e sons africanos, e foi inicialmente divulgado por Margareth Menezes e Daniela Mercury para depois ser disseminado mundialmente pelo Olodum, com as participações em clipes dos cantores internacionais Paul Simon, Jimmy Cliff e Michael Jackson, tornando o ritmo um cartão postal do Pelourinho.</p>
<p>É justamente essa trajetória que será revivida na noite temática “<strong>Pastores da Noite</strong>, que homenageia o samba-reggae  e o escritor Jorge amado, numa iniciativa do Governo do Estado da Bahia através da <strong>Secretaria de Cultura (SecultBa) e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI)</strong>,  e que este ano, tem como diferencial a realização de noites temáticas que celebram os estilos musicais que compõem a música popular brasileira.</p>
<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Lazzo-Creditos-André-Lima_edit.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18919" title="Lazzo- Creditos - André Lima_edit" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Lazzo-Creditos-André-Lima_edit.jpg" alt="" width="430" height="286" /></a></p>
<p>“Esse show é importante para manter viva a história de Neguinho do Samba, que foi o inventor e propagador do samba-reggae. Fico muito lisonjeado em fazer parte de um espetáculo que vai relembrar o surgimento do ritmo cantado por Margareth Menezes, que foi a primeira a estourar no mundo cantando Faraó”, relembra Aloísio Menezes.</p>
<p>“Realizar um show alegre, no local que antes era motivo de dor e sofrimento é a maior prova de que mudamos, de que podemos fazer algo positivo em qualquer lugar. Essa iniciativa da SecultBa e do CCPI é importante porque precisamos democratizar cada vez mais o espaço e promover a grande diversidade cultural que temos”, diz o cantor Lazzo Matumbi. O repertório será baseado em releituras de músicas do reggae, samba de roda e sucessos do samba-reggae. “Queremos trazer o reggae ao palco para podermos mostrar como ocorreu essa junção maravilhosa do samba com o reggae dando origem ao samba-reggae como o conhecemos hoje” adianta Matumbi.</p>
<p>“Cantarei sucessos da minha época nas bandas Reflexus e Tiete Vips, como as músicas Madagascar e Senegal, além de apresentar sambas de roda, reggae e samba-reggae”, promete Wil Carvalho, que fará dueto com Aloísio Menezes na música Ressentimento, de André Calazans.</p>
<p><strong>Pastores da Noite – “</strong>Faremos uma grande homenagem ao escritor Jorge Amado. Seremos (Gerônimo, Aloísio e Lazzo) os três pastores e Wil será a Marialva. Essa é a nossa homenagem ao centenário de Jorge Amado”, afirma o cantor Gerônimo, que promete apresentar no palco clássicos de sua carreira como <em>Jubiabá</em> e <em>É d’Oxum</em>. “Será uma grande oportunidade de reconhecer a preocupação do CCPI em reviver todas as tendências do carnaval. Esse show é uma forma de presentear a todos”, comemora Gerônimo. “Estamos ansiosos. Faremos o melhor de nós”, promete Wil Carvalho.</p>
<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Márcia-Short.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-18916" title="Márcia Short" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/Márcia-Short-1024x680.jpg" alt="" width="430" height="286" /></a></p>
<p><strong>Amado Gonzaga</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Será um grande espetáculo o show <strong>Amado Gonzaga</strong>, que homenageará os centenários do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, e do grande escritor baiano Jorge Amado. O espetáculo será a principal atração da noite temática do forró que será realizada no Pelourinho, dia 21/02, terça-feira de carnaval, numa grande iniciativa da Secretaria Estadual de Cultura – SECULT BA e do Centro de Culturas Populares Identitárias &#8211; CCPI, a apresentação contará com as performances de Gereba, Bule-Bule, Cicinho de Assis e Márcia Short, que prometem não deixar ninguém parado, em uma mistura de sonoridade única.</p>
<p>Com um repertório vasto que passeia por composições de Luiz Gonzaga, Cicinho, Bule-Bule e Gereba, o show será embalado por canções que marcaram a carreira do Rei do Baião. “Farei a minha apresentação com a banda “Quebra Gereba”, nome do conjunto batizado por Jorge Amado na ocasião da gravação da trilha da peça teatral Quincas Berro d’Água, no Teatro Castro Alves, nos anos 70”, diz Gereba, forrozeiro com mais de 30 anos de carreira, 20 discos gravados e que já teve suas canções interpretadas por artistas consagrados como Fagner e Gilberto Gil.</p>
<p>“Bule-Bule apresentará o inédito cordel ‘Nós, as luas do Gonzaga’ e eu apresentarei dois pastoris inéditos, a ‘Pastora do Amado’ e ‘Nós, as pastoras luas do Gonzaga’. Será uma grande festa, pois usaremos esse show para um documentário especial em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga. O carnaval passa, mas os ganhos culturais de um evento como esse ficam como herança para as futuras gerações. Será um grande prazer mostrar o trabalho de Jorge Amado e de Luiz Gonzaga, dois ícones da cultura brasileira, durante um show no Pelourinho”, comemora Gereba.</p>
<p><strong>Carnaval do Pelourinho</strong></p>
<p>Além das atrações musicais do Largo e praças, a partir das 16h, diariamente, o carnaval do Pelourinho conta ainda com bailes infantis na Praça das Artes (em parceria com a Prefeitura Municipal de Salvador), desfiles de bandas itinerantes, performances e blocos alternativos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/foto-gereba.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-18918" title="foto gereba" src="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/foto-gereba-683x1024.jpg" alt="" width="335" height="502" /></a></p>
<p><strong>Noites Temáticas</strong></p>
<p>A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBa busca, neste Carnaval, através do Centro de Culturas Populares e Identitárias – CCPI,  valorizar a diversidade artística local, prezando pela qualidade da festa. Desta forma, idealizou noites temáticas que fazem reverência a diversos tipos musicais da terra. Todas as noites, o Largo do Pelourinho será palco de shows temáticos e homenagens a mentes criativas como Luiz Gonzaga e Riachão.</p>
<p>A partir da sexta-feira, 16 de fevereiro, sempre às 20h, no Largo do Pelourinho, a cada dia um ritmo diferente ditará o clima da festa, abrindo as apresentações da noite. O Centro Histórico terá Gereba e convidados em um show de Forró em homenagem ao centenário do Rei do Baião (Luiz Gonzaga); uma noite do Samba em homenagem a Riachão, que terá as suas músicas interpretadas por Clécia Queiroz, Juliana Ribeiro e Claudete Macedo, além do próprio sambista; a noite das orquestras, além de duas noites destinadas ao ritmo característico do Pelourinho, a Música Percussiva, com os shows <em>Pastores da Noite</em>, que leva Gerônimo Santana, Lazzo Matumbi, Aloisio Menezes e Wil Carvalho ao palco ao som do samba-reggae, e <em>Diálogos Percussivos</em>, um espetáculo com direção musical de Jorge Sacramento, que promove um encontro entre a velha guarda da percussão baiana e jovens instrumentistas.</p>
<p>Além destes shows temáticos, diariamente, a partir das 16h, o Carnaval do Pelourinho contará com bailes infantis na Praça das Artes (em parceria com a Prefeitura Municipal de Salvador), desfiles de bandas itinerantes, performances e blocos alternativos.</p>
<p><strong>INFRAESTRUTURA</strong></p>
<p>O Carnaval do Pelourinho conta com estacionamentos, segurança, restaurantes e bares, além de uma Sala de Imprensa, montada na Casa 12, sede do CCPI, para receber jornalistas de veículos locais, nacionais e internacionais que trabalham na cobertura da festa.</p>
<p>Além disso, a área dispõe de 05 bancos 24h, postos de saúde, postos dos bombeiros, juizado de menores e Polícia Militar, 1.000 vagas de estacionamentos privados, 3.000 mil vagas em zonas azuis da prefeitura, 32 ruas e 07 grandes avenidas para acesso imediato ao Centro Histórico de Salvador.</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.ba.gov.br/pelourinho-programacao-do-carnaval-da-cultura-2012/" target="_blank">&gt;&gt; Confira a programação completa do Carnaval do Pelô</a></strong></p>
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