Cadernos IPAC

» CADERNOS DO IPAC – 9 TERREIROS DE CANDOMBLÉS DE CACHOEIRA E SÃO FÉLIX

Caderno IPAC

O Caderno 9 – Terreiros de Candomblés de Cachoeira e São Félix, da coleção Cadernos do IPAC, tem como objetivo informar à sociedade os elementos que compõem estes bens culturais chancelados como Patrimônio Imaterial Baiano em 2014, sendo esta publicação uma ação de salvaguarda que prevê, entre outras, a divulgação e promoção dos bens que obtêm o reconhecimento oficial do Estado.


» CADERNOS DO IPAC – 8 CONJUNTO ESCOLA PARQUE

Conjunto Escola Parque

O Caderno Conjunto Escola Parque – 8, o primeiro sobre patrimônio material da série de cadernos especiais do IPAC, retrata a conjunção do pensamento modernista na arquitetura, nas artes e na educação, no contexto da história da Bahia, com repercussão em âmbito nacional.

» CADERNOS DO IPAC – 7 BEMBÉ DO MERCADO

Bembé do Mercado

O caderno 7 apresenta um estudo sobre a manifestação religiosa na cidade de Santo Amaro, é o maior candomblé de rua e acontece naquela cidade  no dia 13 de maio, para comemorar a libertação do povo africano escravizado.

» CADERNO DO IPAC – 6 OFÍCIO DOS VAQUEIROS

Vaqueiro – figura emblemática do sertão baiano – O livro retrata um dos ofícios mais importantes para o desbravamento e desenvolvimento da interiorização da Bahia, registrado como patrimônio cultural do Estado em 2011. Uma produção literária de cunho histórico e cultural, com texto de vários historiadores e antropólogos, que mostra o desenvolvimento da pecuária no sertão baiano, representações simbólicas e o cotidiano e o ofício dos vaqueiros.

» CADERNOS DO IPAC – 5 SANTA BARBARA – Um estudo sobre Iansã

Sta Bárbara

Com 78 páginas, 24 fotos e mapas, livro conta os 300 anos de história da Festa de Santa Bárbara, com artigos inéditos sobre a santa católica, a deusa yorubá Oyá e a devoção que atrai milhares de pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo, para a manifestação que acontece no Centro Histórico de Salvador todos os dias 4 de dezembro.O livro reúne textos que fundamentaram o registro da manifestação cultural como patrimônio intangível decretado pelo Estado da Bahia. A Festa de Santa Bárbara remonta ao ano de 1639, quando o casal Francisco Pereira e Andressa Araújo construiu capela devocional no comércio às margens da Baía de Todos os Santos, em Salvador.

» CADERNOS DO IPAC – 4 AFOXÉS  – Uma manifestação herdada da África

Afoxés

O livro reúne artigos inéditos, documentos antigos, fotos, depoimentos e imagens de carnavais, um apanhado da história dessa importante manifestação cultural. Também chamado de candomblé de rua, por evidenciar e reconfigurar símbolos, posturas, cantos, ritmos, danças e outras manifestações religiosas trazidas por escravos negros, O Desfile dos Afoxés é caratecrizado pelo cortejo de rua que sai durante o carnaval. Em geral, os integrantes e fundadores de grupos de Afoxés do carnaval são vinculados a terreiros de candomblé.

» CADERNOS DO IPAC – 3 MARAGOJIPE – Uma das joias da bacia do Rio Paraguaçu

Maragojipe

Com cerca de 120 páginas, 18 fotografias, no formato de 21 por 29,7 centímetros, fechado e artigos inéditos, entre os quais textos da antropóloga Nívea Santos, da historiadora Magnair Barbosa e parecer técnico do sociólogo Lula Rosa, o livro tem como objetivo difundir, salvaguardar a memória e provocar reflexão sobre essa manifestação cultural que tem mais de 100 anos de existência. Com três dias de duração o festejo mescla influências culturais tendo cânticos e instrumentos afro-brasileiros, além de caretas e pierrôs que desfilam pelas ruas remetendo ao carnaval europeu do século 19.

» CADERNOS DO IPAC – 2 BOA MORTE – Uma irmandade e uma tradição

Boa Morte

O livro é composto por 120 páginas, 18 fotografias, no formato de 21 por 29,7 centímetros, fechado. Dentre os textos e capítulos estão artigo sobre Metodologia de autoria da coordenadora de Educação Patrimonial do IPAC, Ednalva Queiroz, texto intitulado “Cachoeira: ponto de confluência do Recôncavo Baiano” de Magnair Barbosa, que também escreve o artigo “Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte: entre o Aiyê e o Orum”. Magnair contribui, ainda, com “Organização hierárquica e relação de poder”. O livro é finalizado com os depoimentos das irmãs da Irmandade da Boa Morte e com o parecer técnico que permitiu o registro oficial da Festa da Boa Morte como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia, de autoria de Mateus Torres, gerente de Pesquisa e Legislação do IPAC.

» CADERNOS DO IPAC – 1 PANO DA COSTA – A história e a tradiçao dos panos da costa

Pano da Costa

O livro Pano da Costa reúne artigos de historiadores, sociólogos e especialistas do IPAC, além de artistas plásticos e artesãos, constituindo importante estudo sobre a história e o método de tecelagem dessa peça têxtil. O pano da costa foi o principal produto africano exportado e consumido na Bahia nos séculos 18 e 19, uma referência cultural para as nações da costa oeste da África e indumentária sagrada para candomblés baianos.

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