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Plug Cultura
O audiovisual imprime sua marca no MAM
Data: 22/10/2009
Fonte: MAM - Museu de Arte Moderna
Museu lança novo projeto de audiovisual e realiza mais uma edição do Cinema de Artista com Lucas Bambozzi, propondo sessões gratuitas ao público.



Dentro de sua perspectiva de espaço relacional e de desenvolvimento de atividades culturais nas mais diversas linguagens, o Museu de Arte Moderna da Bahia lança, no próximo dia 27 de outubro, às 14h, o CINEMAM, projeto que visa apresentar o vasto universo da produção contemporânea cinematográfica e de vídeo do Brasil e do mundo.

Em sua edição de estreia, o CINEMAM apresenta uma programação da Mostra 50 anos de Cinema da África Francófona: Olhares em Reconstrução e Identidades. Na mesma semana, acontece mais uma edição do Cinema de Artista, projeto que também exibe a produção audiovisual contemporânea, mas focando em artistas visuais que incursionam na linguagem cinematográfica. O Cinema de Artista de outubro traz a Salvador o diretor Lucas Bambozzi, e além da exibição de parte significativa de sua obra, o projeto prevê a realização de uma mesa redonda aberta ao público no dia 29, às 18h. Os dois projetos são realizados em parceria com o Circuito de Cinema SALADEARTE.

Cinemam
A fim de incentivar a formação de plateia, aproximando o público do universo do audiovisual contemporâneo, o CINEMAM integra mais uma das ações educativas e socioculturais do MAM. De terça a sexta, sempre das 14h às 16h, serão exibidos filmes e vídeos de difícil penetração no circuito comercial. Na sessão de abertura, que irá contar com a presença da assessora artística do MAM, Stella Carrozzo e da curadora da Mostra da África Francófona, Amaranta César, será apresentado o filme Jom ou a história de um povo (Jom ou l’historie d’um peuple), de Ababacar Samb Makaram (1981), 76’. A programação completa está disponível no site do MAM, www.mam.ba.gov.br.

A Mostra de 50 Anos de Cinema da África Francófona é mais uma atração da programação do Ano da França no Brasil e apresenta, em diversas salas de cinema de Salvador, uma retrospectiva da cinematografia africana de língua francesa. De 27 de outubro a 04 de novembro, serão exibidos filmes entre curtas, médias e longas-metragens de países da África Francófona e da França. A mostra traz 23 cineastas africanos, representando todas as gerações do Oeste da África. Exibições também serão realizadas na Sala Walter da Silveira e na Aliança Francesa.

Desta mostra, o CINEMAM exibirá oito filmes, sendo que dois deles serão acompanhados de mesas redondas com a participação de seus respectivos cineastas. No dia 03 de novembro, às 14h, acontece a mesa redonda com Med Hondo, um dos primeiros cineastas importantes da África negra. Na ocasião, será apresentado e discutido o filme Sol Ô, que conta a história de um imigrante negro em Paris e as dificuldades enfrentadas na tentativa de viver numa nova sociedade. Mais do que uma denúncia das condições de vida dos imigrantes e das sequelas políticas, econômicas e sociais da colonização, Sol Ô é o primeiro longa-metragem de Med Hondo, natural da Mauritânea e que passou a viver na França em 1959.

A segunda mesa acontece no dia 04 de novembro, também às 14h, com o cineasta senegalês Samba Félix Ndiaye. Nascido em Dackar (1945), ele atua como diretor, roteirista, produtor, ator e editor e é considerado como o mais importante documentarista africano. Em seu encontro, será apresentado o filme Questão à Terra Natal (2006). Na fita, Ndiaye questiona o destino do continente africano e, buscando respostas, ele percorre a África do Oeste, encontrando economistas, políticos e intelectuais.

Cinema de Artista
Lançado há um ano, o projeto Cinema de Artista, do Museu de Arte Moderna da Bahia, traz a Salvador, em sua quarta edição, o documentarista, videoartista e produtor paulista Lucas Bambozzi. A abertura acontece no dia 29 de outubro, às 18h, com exibição do documentário 8 ou 80 BH Underground seguido por bate-papo com Danillo Barata, artista e videomaker, Karla Brunet, fotógrafa e crítica de arte eletrônica, João Rodrigo, cineasta e produtor e com o próprio Bambozzi. As exibições compreendem duas programações que se revezam e ficam em cartaz de 30 de outubro a 06 de novembro, das 16h às 18h. As sessões são gratuitas e a programação completa pode ser conferida no endereço www.mam.ba.gov.br.

O documentário 8 ou 80 BH Underground resgata a cena pós-punk e underground mineira dos anos 80, quando nasciam as bandas de rock, wave, a música eletrônica e as performances audiovisuais ao vivo – tempo no qual ainda não se conhecia bem a palavra multimídia.

A programação compreende linguagens como vídeo experimental, documentário, videopoema, ficção experimental e videoarte. Vale destaque para o filme O outro Lado do Rio (2004), no qual o artista faz uma investigação sobre a zona indefinida entre cidades de Oiapoque (Brasil) e Saint Georges de L’Oyapoque (Guiana Francesa), onde identidades se confundem e apenas um rio separa o homem de seus sonhos.

Programação Cinemam

• 27 (terça)

Programa 9 (76’):

Jom ou l'histoire d'un peuple, Ababacar Samb Makharam, 1981, 76’

Jom ou a história de um povo, Ababacar Samb Makharam, 1981, 76’

Sinopse
O Jom é a origem de todas as virtudes, da dignidade, da coragem, uma certa beleza do gesto, a fidelidade ao engajamento, o respeito ao outro e a si mesmo. Khaly, o griô, encarnação da memória africana, atravessa as épocas para testemunhar a resistência à opressão, essa que opõe o colonizador ao povo subjugado, o senhor e o doméstico, o patrão da usina aos operários. O modo de contar do griô contamina a narrativa fílmica, que atravessa temporalidades distintas, compondo uma ode à resistência.

• 28 (quarta)

Programa 16 (110’):

Hyènes, Djibril Diop-Mambéty, 1992, 110’

Hienas, Djibril Diop-Mambéty, 1992, 110’

Sinopse
Linguère Ramadou volta à Colobane, pequena aldeia do Sahel, depois de 30 anos de ausência, durante os quais ela fez fortuna. Ela está pronta a cobrir a aldeia de generosas doações, desde que o homem que provocou a sua infelicidade, negando com o apoio de testemunhas subornados, ser o pai de seu filho, seja condenado à morte. Os habitantes de Colobane se opõem, a princípio, a proposta da velha senhora, mas eles se tornam rapidamente sensíveis a sua generosidade. Adaptação da peça de teatro de Friedrich Durrenmatt "A visita da velha senhora”.

• 29 (quinta)

Programa 24 (113’):

Fad’Jal, Safi Faye, 1979, 113’

Fad’Jal, Safi Faye, 1979, 113’

Sinopse
Continuação de Carta Camponesa, Fad’jal é uma crônica de uma aldeia situada na região produtora de amendoim do Senegal. Os aldeãos testemunham, através da palavra dos antigos transmitida pela tradição oral, a história da aldeia e as dificuldades que eles têm para cultivar a terra e para se alimentar de sua produção.

• 30 (sexta)

Programa 28 (89’):

Muna Moto, Jean-Pierre Dikongué-Pipa, 1974, 89’

Muna Moto, Jean-Pierre Dikongué-Pipa, 1974, 89’

Sinopse
Ngando e Ndomé se amam. Ngando pede a jovem em casamento, mas a família dela cobra do noivo um dote. Órfão, Ngando pede ajuda ao seu tio o qual, já casado com três mulheres estéreis, decide também desposar Ndomé que já espera um filho do jovem rapaz. Desesperado, no dia da festa tradicional do Ngondo, ele sequestra a criança, quebrando com as tradições do seu povo.

• 03 (terça)

Programa 26 (81’):

Tilai, Idrissa Ouedraogo, 1990, 81’

Tilai, Idrissa Ouedraogo, 1990, 81’

Sinopse
Saga volta a sua aldeia depois de dois anos de ausência. Muitas coisas mudaram. Sua noiva Nogma tornou-se a segunda mulher de seu pai. Mas Saga e Nogma continuam se amando. Transgredindo as leis, os dois têm uma aventura. Para a aldeia, isto é um incesto e Saga deve morrer. Kougri é designado a matá-lo. Mas ele deixa Saga escapar. Saga refugia-se na casa de uma tia e Nogma vem encontrá-lo. Eles vivem felizes até o dia em que Saga sabe que sua mãe está morrendo e decide voltar à aldeia.

• 04 (quarta)

Programa 17 (75’):

Vacances au pays, Jean-Marie Teno, 2000, 75’

Férias em casa, Jean-Marie Teno, 2000, 75’

Sinopse
Uma viagem ao Camarões é a ocasião para o diretor se interrogar sobre a noção de desenvolvimento e de modernidade na sociedade camaronense, que prega que o que vem do ocidente é moderno enquanto que o que é produzido localmente é arcaico e levado ao desaparecimento.

· Dia 05/11

Programa 38 (49’):

Le retour d’un aventurier, Mustapha Alassane, 1966, 34’

O retorno de um aventureiro, Mustapha Alassane, 1966, 34’

Sinopse
Mustapha Alassane, cineasta nigeriano, filma o retorno de um aventureiro, primeiro western africano. Os caubóis são negros conta a filmagem desse filme de ação e de amor e nos mostra o quanto a fronteira entre a realidade e a ficção, o cinema e a vida, é estreita.

Les Cow-boys sont noirs, Serge-Henri Moati, 1966, 15’

Os caubóis são negros, Serge-Henri Moati, 1966, 15’

Sinopse
De volta de uma viagem aos Estados Unidos, um jovem nigeriano oferece fantasias de caubói aos amigos de sua aldeia. O pequeno bando vai perturbar a aldeia e transformá-la numa cidade de faroeste.

· Dia 06/11

Programa 36 (101’):

Keita, L’héritage du griot, Dani Kouyaté, 1995, 101’

Keita, a herança do griô, Dani Kouyaté, 1995, 101’

Sinopse
“Abra bem seus ouvidos e escute atentamente… Tudo começou com a desilusão de uma pobre antílope…” Quem conta essa história é Djéliba Kouyaté. No crepúsculo de sua vida, este velho griô quer a todo custo contar ao jovem Mabo Keita a origem de seu nome. Um nome que evoca toda uma epopéia, a epopéia do fundador do Empério Mandingue, Sundjata Keita, o filho da mulher búfala, feia e corcunda. O imaginário de Mabo faz renascer este décimo terceiro século lendário. Cativado pela história, ele mata aula para escutar melhor o velho griô. É claro que problemas existirão, mas a história seguirá seu curso…


Lições de Cinema - Mesas

· Dia 03/11: Lição com Med Hondo.

Med Hondo é um dos primeiros cineastas importantes da África negra. Nascido na Mauritânea em 1936, ele chegou na França em 1959, depois de aprender a profissão de cozinheiro na Escola Internacional de Hotelaria de Rabat, no Marrocos. Foi em Paris que ele começou a dirigir filmes, depois de ter fundado algumas companhias de Teatro. Seus filmes mais marcantes datam justamente da década de 1960, momento em que o cinema africano desponta. É desta época « Soleil Ô », importante obra na história da cinematografia negro-africana.

Med Hondo é um dos grandes nomes da primeira geração de cineastas africanos, um dos raros ainda vivos

Filme: Sol Ô, Med Hondo, 1969, 102’

Sinopse
Um imigrante negro chega a Paris, “ao país de seus ancestrais gauleses”. Ele tem muitas dificuldades para achar um trabalho, um alojamento. Mais do que uma denúncia das condições de vida dos imigrantes e das sequelas políticas, econômicas e sociais da colonização, Sol Ô, o primeiro longa-metragem de Med Hondo, é um ensaio virulento, com um discurso agudo e liberdade formal.

· Dia 04/11: Lição com Samba Félix Ndiaye.

Samba Félix Ndiaye é um dos grandes nomes do cinema senegalês, nascido em Dakar em 1945. Sua atuação abrange desde a direção, roteiro, produção, atuação e edição, sendo um realizador cinematográfico na acepção mais ampla do termo. É considerado como o mais importante documentarista africano.

Filme: Questão à terra natal, Samba Félix Ndiaye, 2006, 52’

Sinopse
Depois de muitas décadas de exílio, o documentarista senegalês Samba Félix Ndiaye volta ao seu país natal e se questiona sobre o destino do continente africano. Em buscas de respostas, ele percorre a África do Oeste, encontrando economistas, homens políticos e intelectuais.

Programação Cinema de Artista

Abertura 29/10

Evento de Abertura Cinema de Artista - 18h às 20h

Mesa-redonda: Lucas Bambozzi, Kátia Brunet, João Rodrigo e Danillo Barata

Exibição:

8 ou 80 BH Underground. 55 MINUTOS

Sinopse
O documentário resgata a cena pós-punk e underground mineira dos anos 80, quando nasciam as bandas de rock new wave, a música eletrônica e as performances audiovisuais ao vivo — e ainda não se conhecia muito bem a palavra multimídia.

Bate Papo de 19h as 20:30h

30 de Outubro, 03, 05 de Novembro Exibição do Programa I

Exibição da Programação Cinema de Artista - 16h às 18h de terça a sexta-feira

Duração da programação: 126m40s

1. Lovestories / 6 minutos

Vídeo experimental
Ano e local de produção: 1992 – Belo Horizonte

Sinopse
Reflexão sobre os extremos da paixão. Ao som de ópera de Verdi, cenas granuladas de um casal se amando misturam-se a aviões de guerra em ação. Na tela e em off, trechos de Oscar Wilde, Caetano Veloso e Godard transmitem desilusão, ceticismo e ironia.

2. Cidade sem janelas / 28 minutos

Documentário experimental
Ano e local de produção: 1994 – São Paulo
Direção: Lucas Bambozzi e Eliane Caffé

Sinopse
Ensaio poético realizado a partir das obras dos 15 artistas reunidos pelo projeto "Arte Cidade", uma reflexão sobre a experiência estética dentro das grandes cidades. Artistas plásticos, estudiosos e músicos falam da maior metrópole da América do Sul.

3. Ali é um lugar que não conheço (Just there: a place I do notknow.) / 6 minutos

Videopoema / vídeo-arte / vídeo experimental
Ano e local de produção: 1997 – Marrocos/São Paulo

Sinopse
Vídeo poemas experimentais falam do fascínio pelo não-conhecido e pelo não-possuído, do desejo por outro lugar e dos conflitos que ele gera.

4. Oiapoque / 12min.

Documentário
Ano e local de produção: 1998 – Oiapoque/São Paulo


Sinopse
Registro do processo de adentramento na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Pontos de encontro de pequenas histórias e existências: a insatisfação com o estado presente, o eterno ir, o vagar, o apego ao sonho do ouro e da felicidade.

5. Otto, Eu Sou Um Outro / 21 minutos

Ficção experimental
Ano e local de produção: 1998 – Belo Horizonte/São Paulo
Direção: Lucas Bambozzi e Cao Guimarães

Sinopse
Otto é uma ficção em torno de conceitos relativos à duplicidade, dificuldades de comunicação e procura pela simplicidade.

6. Eu não posso Imaginar Parte I (I have no words) / 4” 20”

Vídeo-arte / vídeo experimental
Ano e local de produção: 1999 - São Paulo

Sinopse
1ª parte de uma trilogia de vídeos ligados ao projeto Tormentos. Envolvendo situações de invasão de privacidade e retratando estados alteradas de percepção, o vídeo articula cenas captadas ao acaso na busca por uma forma de registro de imagens interiores e mentais.

7. Eu não posso Imaginar Parte II (I have no words) / 22 minutos

Vídeo-arte / vídeo experimental
Ano e local de produção: 1999 - São Paulo

Sinopse
Um jogo de impressões e auto-expressão onde são desenvolvidas várias possibilidades de elaboração de sentido, procurando a transposição para a imagem, de sensações geralmente consideradas não - verbalizáveis.Como diz um dos personagens: “... é apenas a idéia de como contar uma coisa que é tão difícil de entender e ao mesmo tempo tão simples”. 2ª parte de uma trilogia de vídeos ligados ao projeto Tormentos

8. Aqui de novo / 6min.

Vídeo experimental
Ano e local de produção: 2002 – São Paulo/Londres

Sinopse
Um ensaio sobre algumas contradições contemporâneas: a disparidade entre o que se quer fazer e o que se faz de fato, entre o que se diz e o que se quer dizer, entre o convívio nos espaços públicos e os desejos privados. Elementos: o outro, as janelas, a privacidade, os espaços vazios, a intimidade mediada, voyerismo, situações invasivas, dúvidas.

9. What is erased - what is retained / 6 min

Vídeo-arte
Ano e local de produção: 2002 – São Paulo/Tailândia

Sinopse
O vídeo é um exercício sobre a redundância da imagem faltante. Realizado a partir de cenas de uma luta de box Tailandês.

10. No logo/ no todo / 4 min

Ano e local de produção: 2003 – São Paulo

Sinopse

Série de vídeos produzidos a partir de banco de imagens entre artistas participantes da exposição Imagem Não Imagem de vídeo a partir de estrutura narrativa interativa.

11. Desvios derivas contornos / 8’40”

Single - channel vídeo
Ano e local de produção: 2007 – São Paulo

Sinopse
Situações urbanas, impasses, atalhos, ruas sem saída, o interesse pelo ordinário.


02, 04, 06 de Novembro Exibição do Programa II


Exibição da Programação Cinema de Artista - 16h às 18h de terça a sexta-feira



1. Do Outro Lado do Rio - Lucas Bambozzi (Brasil-SP, 91’, 2004)

Sinopse
O filme é uma viagem aos limites do Brasil, uma investigação sobre a zona indefinida entre as cidades de Oiapoque (Brasil) e Saint Georges de L’Oyapock (Guiana Francesa), onde as identidades se confundem e apenas um rio separa o homem de seus sonhos. Oiapoque é uma zona de intersecção entre o Brasil e a Guiana Francesa, a porta de entrada para uma nova vida em território francês. A cidade tem o maior fluxo de migração das fronteiras brasileiras e testemunha um mundo em trânsito. O foco do documentário são as pessoas e suas histórias. Obstinadas, desesperançadas e insatisfeitas com as condições estabelecidas pela Amazônia, essas pessoas buscam a consolidação de um sonho em geral vago, tênue e incerto. Repleto de personagens com um notável espírito de aventura e legítimos representantes de um tipo de Ulisses contemporâneo, estão sempre planejando sua Odisséia para além das fronteiras.

2. Postcards - 26 minutos
Postcards Painéis (essa é uma versão onde vão aparecendo os cartões postais, cada qual com seu som, em momento solo, consecutivos numa mesma tela -- como num painel onde as pessoas fixam postais -- e todos vão preenchendo juntos o espaço da projeção ou da tela.

Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
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